Hello world, says Nuno Batista

August 31, 2007

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I will now start blogging!

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Profissões desaparecidas

August 31, 2007

O mercado de trabalho evolui e com a “ajuda” das novas tecnologias, existem muitas profissões que acabaram por desaparecer. Longe vão os tempos em que uma pessoa tinha uma determinada função na sociedade.

Actualmente e, apesar da falta de emprego, uma só pessoa desempenha o trabalho que antigamente era realizado por duas ou três. Retenção de custos e despesas, cortes nos funcionários devido aos baixos lucros, são várias as razões para que algumas profissões deixem de existir. No entanto, a função em si continua a ser desempenhada por alguém, seja por uma fábrica ou por uma simples máquina.

No projecto de revisão da Classificação Nacional de Profissões (CNP), profissões como governanta, lavadeira manual, ou dactilógrafo são consideradas extintas, já que não vão fazer parte da nova CNP a publicar em 2008. De acordo com os especialistas, o desaparecimento de algumas profissões está relacionado com a evolução dos tempos e da própria sociedade.

Para além disso, as novas tecnologias permitem realizar o trabalho que outrora era desempenhado por pessoas. É, por exemplo, o caso das lavadeiras. Actualmente, as máquinas de lavar e secar roupa fazem o trabalho destas profissionais – é mais prático e mais económico.

As fábricas e as indústrias também são responsáveis pelo desaparecimento de várias profissões. A “maquinização” dos trabalhos que eram realizados manualmente, veio facilitar o desempenho dos profissionais, mas por outro lado, veio também reduzir o número de postos laborais.

Existem outras profissões que sofreram algumas transformações, enquanto outras são assimiladas por profissões já existentes. Salienta-se ainda, o facto de a actualização da CNP exigir muito trabalho por parte dos técnicos ligados a esta revisão.

Em entrevista à “Agência Lusa”, Ana Campos, técnica superior do Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP) referiu que “no projecto de revisão da CNP em curso, as profissões consideradas extintas ou em vias de extinção são aquelas que existiam na classificação de 1994 e que entretanto deixaram de existir no mercado de trabalho”. Para descobrir novas profissões, ou profissões extintas, os técnicos têm de analisar o mercado de trabalho, entrar em contacto com empresas, associações e sindicatos para o trabalho de pesquisa. Esta pesquisa pode revelar resultados complexos, quando, em alguns casos, as profissões não acabaram, mas aglomeraram-se a outras, sendo difícil encontrá-las ou defini-las.

Ana Campos afirma “estou a recordar-me da profissão de dactilógrafo, que entre outras coisas, escrevia cartas. Esta profissão alterou-se e agora é designada por assistente administrativo.”, isto é, a função não deixou de existir, mas juntou-se a outras funções desempenhadas por outra pessoa que não o dactilógrafo. No que diz respeito às novas profissões, o web designer ou o osteopata são algumas das profissões que já existem há algum tempo, mas que não constavam da CNP de 1994 por serem mais recentes.

Quando surgem novas profissões é necessário traçar os seus perfis e delimitá-las bem para que não se confundam com outras já existentes. Antes de serem consideradas profissões, as funções são analisadas para se saber se essa função já é desempenhada por outro tipo de profisional.

Como se pode observar, trata-se de um trabalho bastante complexo que exige muita perícia e pesquisa por parte dos técnicos responsáveis pela elaboração da CNP.

Fonte: Agência Lusa e Edições Dashöfer. Publicado em New@This por Nuno Batista.

Profissões desaparecidas

August 31, 2007

O mercado de trabalho evolui e com a “ajuda” das novas tecnologias, existem muitas profissões que acabaram por desaparecer. Longe vão os tempos em que uma pessoa tinha uma determinada função na sociedade.

Actualmente e, apesar da falta de emprego, uma só pessoa desempenha o trabalho que antigamente era realizado por duas ou três. Retenção de custos e despesas, cortes nos funcionários devido aos baixos lucros, são várias as razões para que algumas profissões deixem de existir. No entanto, a função em si continua a ser desempenhada por alguém, seja por uma fábrica ou por uma simples máquina.

No projecto de revisão da Classificação Nacional de Profissões (CNP), profissões como governanta, lavadeira manual, ou dactilógrafo são consideradas extintas, já que não vão fazer parte da nova CNP a publicar em 2008. De acordo com os especialistas, o desaparecimento de algumas profissões está relacionado com a evolução dos tempos e da própria sociedade.

Para além disso, as novas tecnologias permitem realizar o trabalho que outrora era desempenhado por pessoas. É, por exemplo, o caso das lavadeiras. Actualmente, as máquinas de lavar e secar roupa fazem o trabalho destas profissionais – é mais prático e mais económico.

As fábricas e as indústrias também são responsáveis pelo desaparecimento de várias profissões. A “maquinização” dos trabalhos que eram realizados manualmente, veio facilitar o desempenho dos profissionais, mas por outro lado, veio também reduzir o número de postos laborais.

Existem outras profissões que sofreram algumas transformações, enquanto outras são assimiladas por profissões já existentes. Salienta-se ainda, o facto de a actualização da CNP exigir muito trabalho por parte dos técnicos ligados a esta revisão.

Em entrevista à “Agência Lusa”, Ana Campos, técnica superior do Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP) referiu que “no projecto de revisão da CNP em curso, as profissões consideradas extintas ou em vias de extinção são aquelas que existiam na classificação de 1994 e que entretanto deixaram de existir no mercado de trabalho”. Para descobrir novas profissões, ou profissões extintas, os técnicos têm de analisar o mercado de trabalho, entrar em contacto com empresas, associações e sindicatos para o trabalho de pesquisa. Esta pesquisa pode revelar resultados complexos, quando, em alguns casos, as profissões não acabaram, mas aglomeraram-se a outras, sendo difícil encontrá-las ou defini-las.

Ana Campos afirma “estou a recordar-me da profissão de dactilógrafo, que entre outras coisas, escrevia cartas. Esta profissão alterou-se e agora é designada por assistente administrativo.”, isto é, a função não deixou de existir, mas juntou-se a outras funções desempenhadas por outra pessoa que não o dactilógrafo. No que diz respeito às novas profissões, o web designer ou o osteopata são algumas das profissões que já existem há algum tempo, mas que não constavam da CNP de 1994 por serem mais recentes.

Quando surgem novas profissões é necessário traçar os seus perfis e delimitá-las bem para que não se confundam com outras já existentes. Antes de serem consideradas profissões, as funções são analisadas para se saber se essa função já é desempenhada por outro tipo de profisional.

Como se pode observar, trata-se de um trabalho bastante complexo que exige muita perícia e pesquisa por parte dos técnicos responsáveis pela elaboração da CNP.

Fonte: Agência Lusa e Edições Dashöfer. Publicado em New@This por Nuno Batista.

Plano para salvar Portugal da crise

August 31, 2007

Recebi um daqueles e-mails de palhaçada com um texto engraçado contendo um plano, muito simples, para salvar Portugal da crise e passar a ser a primeira potência económica mundial.
Tudo isto em apenas 12 passos:

1.º Passo:
Trocamos a Madeira pela Galiza, com a condição dos espanhóis levarem o Alberto João. Os espanhóis vão na onda (a Galiza só lhes dá chatices) e aceitam. Nós ficamos com os galegos (que nos adoram) e com o dinheiro gerado pela Zara (é só a 3ª maior empresa de vestuário). A indústria têxtil portuguesa é revitalizada, enquanto a Espanha fica encurralada entre os Bascos e o Alberto João.

2.º Passo:
Desesperados, depois de verem que fizeram um mau negócio, os espanhóis tentam devolver a Madeira (e Alberto João). A malta, obviamente, não aceita. Em verdadeira aflição os espanhóis oferecem também o Pais Basco. Mas a malta mantém-se firme e não aceita.

3.º Passo:
A Catalunha aproveita a confusão para pedir a independência. Cada vez mais desesperados, os espanhóis oferecem-nos a Madeira, o Pais Basco e a Catalunha. A contrapartida é termos que ficar com o Alberto João e os Etarras. A malta arma-se em difícil, regateia, mas acaba por aceitar.

4.º Passo:
Damos a independência ao País Basco, com a contrapartida deles ficarem com o Alberto João. A malta da ETA pensa que pode bem com ele e aceita sem hesitar. Sem o Alberto João a Madeira torna-se um paraíso. A Catalunha não causa problemas (no fundo, no fundo, são mansos).

5.º Passo:
Afinal a ETA não aguenta com o Alberto João, que entretanto semeia o terror e assume o poder. O País Basco pede insistentemente para se tornar território português. A malta, fingindo grande sacrifício, aceita (apesar de estar lá o Alberto João).

6.º Passo:
Proibimos o Carnaval no País Basco, o que leva o Alberto João a emigrar para o Brasil.

7.º Passo:
Pouco tempo depois da chegada do Alberto João, o Governo brasileiro pede para voltar a ser território português. A malta aceita e manda o Alberto João retornar à Madeira.

8.º Passo:
Com os jogadores brasileiros mais os portugueses (e apesar do Alberto João), Portugal torna-se campeão do mundo de futebol!

9.º Passo:
Alberto João enfraquecido pelos festejos do Carnaval na Madeira e Brasil, não aguenta a emoção, e morre na miséria, esquecido de todos.

10.º Passo:
Os espanhóis, desmoralizados, e económica e territorialmente enfraquecidos, não oferecem resistência quando mandamos os poucos que restam para as Canárias.

11.º Passo:
Unificamos finalmente a Península Ibérica sob a bandeira portuguesa.

12.º Passo:
A dimensão extraordinária adquirida por um país que une a Península e o Brasil, torna-nos verdadeiros senhores do Atlântico, de uma costa à outra e de norte a sul. Colocamos portagens no mar, principalmente para os barcos americanos, que são sujeitos a uma pesada sobretaxa por termos de trocar os dólares em euros, constituindo assim um verdadeiro bloqueio naval que os leva à asfixia. Os americanos tentam aterrorizar-nos com o Bin Laden, mas a malta ameaça enviar-lhes o Alberto João (que eles não sabem que já morreu). Perante tal prova de força, os americanos capitulam e nós tornamo-nos na primeira potência mundial.

Como vêem, é fácil.
Vamos salvar Portugal! 🙂

Plano para salvar Portugal da crise

August 31, 2007

Recebi um daqueles e-mails de palhaçada com um texto engraçado contendo um plano, muito simples, para salvar Portugal da crise e passar a ser a primeira potência económica mundial.
Tudo isto em apenas 12 passos:

1.º Passo:
Trocamos a Madeira pela Galiza, com a condição dos espanhóis levarem o Alberto João. Os espanhóis vão na onda (a Galiza só lhes dá chatices) e aceitam. Nós ficamos com os galegos (que nos adoram) e com o dinheiro gerado pela Zara (é só a 3ª maior empresa de vestuário). A indústria têxtil portuguesa é revitalizada, enquanto a Espanha fica encurralada entre os Bascos e o Alberto João.

2.º Passo:
Desesperados, depois de verem que fizeram um mau negócio, os espanhóis tentam devolver a Madeira (e Alberto João). A malta, obviamente, não aceita. Em verdadeira aflição os espanhóis oferecem também o Pais Basco. Mas a malta mantém-se firme e não aceita.

3.º Passo:
A Catalunha aproveita a confusão para pedir a independência. Cada vez mais desesperados, os espanhóis oferecem-nos a Madeira, o Pais Basco e a Catalunha. A contrapartida é termos que ficar com o Alberto João e os Etarras. A malta arma-se em difícil, regateia, mas acaba por aceitar.

4.º Passo:
Damos a independência ao País Basco, com a contrapartida deles ficarem com o Alberto João. A malta da ETA pensa que pode bem com ele e aceita sem hesitar. Sem o Alberto João a Madeira torna-se um paraíso. A Catalunha não causa problemas (no fundo, no fundo, são mansos).

5.º Passo:
Afinal a ETA não aguenta com o Alberto João, que entretanto semeia o terror e assume o poder. O País Basco pede insistentemente para se tornar território português. A malta, fingindo grande sacrifício, aceita (apesar de estar lá o Alberto João).

6.º Passo:
Proibimos o Carnaval no País Basco, o que leva o Alberto João a emigrar para o Brasil.

7.º Passo:
Pouco tempo depois da chegada do Alberto João, o Governo brasileiro pede para voltar a ser território português. A malta aceita e manda o Alberto João retornar à Madeira.

8.º Passo:
Com os jogadores brasileiros mais os portugueses (e apesar do Alberto João), Portugal torna-se campeão do mundo de futebol!

9.º Passo:
Alberto João enfraquecido pelos festejos do Carnaval na Madeira e Brasil, não aguenta a emoção, e morre na miséria, esquecido de todos.

10.º Passo:
Os espanhóis, desmoralizados, e económica e territorialmente enfraquecidos, não oferecem resistência quando mandamos os poucos que restam para as Canárias.

11.º Passo:
Unificamos finalmente a Península Ibérica sob a bandeira portuguesa.

12.º Passo:
A dimensão extraordinária adquirida por um país que une a Península e o Brasil, torna-nos verdadeiros senhores do Atlântico, de uma costa à outra e de norte a sul. Colocamos portagens no mar, principalmente para os barcos americanos, que são sujeitos a uma pesada sobretaxa por termos de trocar os dólares em euros, constituindo assim um verdadeiro bloqueio naval que os leva à asfixia. Os americanos tentam aterrorizar-nos com o Bin Laden, mas a malta ameaça enviar-lhes o Alberto João (que eles não sabem que já morreu). Perante tal prova de força, os americanos capitulam e nós tornamo-nos na primeira potência mundial.

Como vêem, é fácil.
Vamos salvar Portugal! 🙂

O design pode marcar a diferença

August 29, 2007

O mundo está em constante mudança e é necessário encontrar respostas para os desafios futuros – novos problemas exigem novas formas de agir. Daí que o incentivo à criatividade e à inovação tenha sido uma constante na realidade na vida de uma grande parte das empresas.

Para se vender um determinado produto é essencial apostar em novas estratégias que ajudem na promoção do artigo que se quer vender. De acordo com o Diário de Notícias, as organizações que se querem diferenciar, têm de investir no design do produto. Manuel Pereira, director-geral da Santa Fé Associates, consultora de branding, afirmou ao Diário de Notícias que “O design pode bastar para vender um produto”.

No entanto, existem alguns tipos de produtos que não precisam sequer de publicidade, visto que “o design é a primeira forma de comunicação e a marca é, em primeiro lugar, um produto de design”. É o caso do iPOD, pois as propostas apresentadas comunicam esteticamente por si só.Actualmente, é a diferença que faz sucesso: o próprio telemóvel passou de um simples meio de comunicação a um acessório de moda. Tenhamos como exemplo o telemóvel Motorola Razr V3i que, em parceria com a Dolce & Gabbana, já vendeu milhões.

Para Pedro Reis, director de marketing da Motorola em Portugal, o design “estabelece uma linha emocional que faz desejar ter algo. É o que determina a diferenciação e que permite conquistar outros nichos de mercado”.

Nos tempos de hoje, para ter sucesso no mercado da concorrência, os produtos têm de ter algo a acrescentar, não basta ser iguais aos que já existem. Originalidade e criatividade são importantes e, tal como o design, são os responsáveis por uma grande parte das vendas. Obviamente que o design de um produto deve estar associado à sua funcionalidade para que o sucesso seja garantido. Não basta ter um produto com um excelente design, se depois não é funcional para o público.

Beatriz Vidal, designer e vice-presidente do Centro Português de Design, salienta que o automóvel é um produto para o qual o elemento estético é essencial “Tem de haver funcionalidade, mas por vezes a decisão é emocional.”

As emoções e as sensações influenciam o poder de compra dos consumidores e por isso as organizações devem dar mais valor ao aspecto estético do produto que estão a promover, dado que as suas características funcionais já não são suficientes.

Publicado em New@This por Nuno Batista.

O design pode marcar a diferença

August 29, 2007

O mundo está em constante mudança e é necessário encontrar respostas para os desafios futuros – novos problemas exigem novas formas de agir. Daí que o incentivo à criatividade e à inovação tenha sido uma constante na realidade na vida de uma grande parte das empresas.

Para se vender um determinado produto é essencial apostar em novas estratégias que ajudem na promoção do artigo que se quer vender. De acordo com o Diário de Notícias, as organizações que se querem diferenciar, têm de investir no design do produto. Manuel Pereira, director-geral da Santa Fé Associates, consultora de branding, afirmou ao Diário de Notícias que “O design pode bastar para vender um produto”.

No entanto, existem alguns tipos de produtos que não precisam sequer de publicidade, visto que “o design é a primeira forma de comunicação e a marca é, em primeiro lugar, um produto de design”. É o caso do iPOD, pois as propostas apresentadas comunicam esteticamente por si só.Actualmente, é a diferença que faz sucesso: o próprio telemóvel passou de um simples meio de comunicação a um acessório de moda. Tenhamos como exemplo o telemóvel Motorola Razr V3i que, em parceria com a Dolce & Gabbana, já vendeu milhões.

Para Pedro Reis, director de marketing da Motorola em Portugal, o design “estabelece uma linha emocional que faz desejar ter algo. É o que determina a diferenciação e que permite conquistar outros nichos de mercado”.

Nos tempos de hoje, para ter sucesso no mercado da concorrência, os produtos têm de ter algo a acrescentar, não basta ser iguais aos que já existem. Originalidade e criatividade são importantes e, tal como o design, são os responsáveis por uma grande parte das vendas. Obviamente que o design de um produto deve estar associado à sua funcionalidade para que o sucesso seja garantido. Não basta ter um produto com um excelente design, se depois não é funcional para o público.

Beatriz Vidal, designer e vice-presidente do Centro Português de Design, salienta que o automóvel é um produto para o qual o elemento estético é essencial “Tem de haver funcionalidade, mas por vezes a decisão é emocional.”

As emoções e as sensações influenciam o poder de compra dos consumidores e por isso as organizações devem dar mais valor ao aspecto estético do produto que estão a promover, dado que as suas características funcionais já não são suficientes.

Publicado em New@This por Nuno Batista.