O design pode marcar a diferença

O mundo está em constante mudança e é necessário encontrar respostas para os desafios futuros – novos problemas exigem novas formas de agir. Daí que o incentivo à criatividade e à inovação tenha sido uma constante na realidade na vida de uma grande parte das empresas.

Para se vender um determinado produto é essencial apostar em novas estratégias que ajudem na promoção do artigo que se quer vender. De acordo com o Diário de Notícias, as organizações que se querem diferenciar, têm de investir no design do produto. Manuel Pereira, director-geral da Santa Fé Associates, consultora de branding, afirmou ao Diário de Notícias que “O design pode bastar para vender um produto”.

No entanto, existem alguns tipos de produtos que não precisam sequer de publicidade, visto que “o design é a primeira forma de comunicação e a marca é, em primeiro lugar, um produto de design”. É o caso do iPOD, pois as propostas apresentadas comunicam esteticamente por si só.Actualmente, é a diferença que faz sucesso: o próprio telemóvel passou de um simples meio de comunicação a um acessório de moda. Tenhamos como exemplo o telemóvel Motorola Razr V3i que, em parceria com a Dolce & Gabbana, já vendeu milhões.

Para Pedro Reis, director de marketing da Motorola em Portugal, o design “estabelece uma linha emocional que faz desejar ter algo. É o que determina a diferenciação e que permite conquistar outros nichos de mercado”.

Nos tempos de hoje, para ter sucesso no mercado da concorrência, os produtos têm de ter algo a acrescentar, não basta ser iguais aos que já existem. Originalidade e criatividade são importantes e, tal como o design, são os responsáveis por uma grande parte das vendas. Obviamente que o design de um produto deve estar associado à sua funcionalidade para que o sucesso seja garantido. Não basta ter um produto com um excelente design, se depois não é funcional para o público.

Beatriz Vidal, designer e vice-presidente do Centro Português de Design, salienta que o automóvel é um produto para o qual o elemento estético é essencial “Tem de haver funcionalidade, mas por vezes a decisão é emocional.”

As emoções e as sensações influenciam o poder de compra dos consumidores e por isso as organizações devem dar mais valor ao aspecto estético do produto que estão a promover, dado que as suas características funcionais já não são suficientes.

Publicado em New@This por Nuno Batista.

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