Empresas receiam vírus informáticos

A informação é o bem mais precioso de uma empresa. Nos ficheiros guarda-se todo o tipo de material: seja referente a clientes, à produção, à contabilidade, às vendas, aos estudos de mercado e às estratégias de marketing.

O que acontece, por vezes, é que as empresas não estão preparadas para resistir à entrada de estranhos nos sistemas de informação. De acordo com um estudo da empresa Deloitte, os vírus e os «spam» (vírus informáticos que entram no sistema através dos e-mails) são a principal preocupação dos executivos de empresas de serviços financeiros.

No entanto, é necessário referir que as falhas de segurança dos sistemas informáticos resultam de uma má preparação de quem gere esses sistemas. Ou seja, as pessoas que lidam com computadores devem ter equipamento eficaz para garantir que nenhum vírus entre no sistema. Somente 10 por cento dos entrevistados revelou que a segurança da informação está reservada aos responsáveis das várias áreas de negócios.

Apesar disso, 63 por cento dos executivos afirmou que têm uma estratégia de segurança para proteger a informação contida nos computadores. A Deloitte, através do seu sócio responsável pela área de consultoria em serviços financeiros, explica que «estas conclusões vêm sustentar um emergente paradoxo em matéria de segurança: o distanciamento entre a consciencialização do problema e o apoio à solução». O que significa que as empresas não podem estar à espera de que a rede seja «invadida» por alguns vírus, para tomar as devidas precauções e medidas de segurança. O responsável acrescenta «por um lado, é claro que os inquiridos identificaram os principais problemas em matéria de segurança e as acções necessárias para melhorar a segurança e as práticas de privacidade.

Por outro lado, várias instituições financeiras estão a ficar para trás no que respeita às medidas efectivas que estão a ser adoptadas». O estudo conclui ainda que os funcionários das empresas são também responsáveis pelas falhas que os sistemas de segurança da informação registam. Isto porque cometem-se erros, esquecem-se procedimentos importantes e acima de tudo não há formação adequada para os colaboradores: 22 por cento dos inquiridos não prestou qualquer tipo de formação aos funcionários. Embora 30 por cento admita que os respectivos colaboradores estão aptos e preparados para corresponder às necessidades de segurança da organização.

É necessário apostar em mecanismos de segurança para evitar que haja destruição ou fuga de informação. As novas tecnologias podem revelar-se uma grande ajuda para as empresas, no entanto, há que estar preparado para lidar com elas e para minimizar os riscos que elas podem acarretar.

Proteja o seu computador e os ficheiros da sua empresa.

Fonte: Agência Financeira. Publicado em New@This por Nuno Batista.

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