O que se passa no grande consumo em Portugal?

November 28, 2008

Os gastos por lar em Portugal cresceram 5,5% no primeiro semestre deste ano, face ao homólogo de 2007, o que corresponde a um aumento em 65 euros.
Segundo o estudo “O que se passa no grande consumo em Portugal?”, apresentado dia 24 de Novembro de 2008, em Lisboa, pela TNS Worldpanel, o aumento dos preços altera on consumo dos lares, mas não evita o aumento dos gastos.
O orçamento é cada vez mais dedicado à alimentação e, durante os primeiros seis meses do ano, as famílias portuguesas passaram a ir a mais insígnias à procura dos melhores preços, precisamente a primeira preocupação dos europeus (37%). Em média, cada lar visita quatro insígnias da distribuição moderna. Mais idas às compras, significam mais cestas pequenas e menos carros grandes de produtos.
No sector têxtil, os portugueses têm evitado ir às lojas, verificando-se menos 408 mil indivíduos compradores no período em análise. Os portugueses pensam mais antes de comprar e reduzem em seis euros o gasto em cada compra. Por outro lado, em cada acto de compra efectuado, verifica-se mais 8,3% de artigos comprados. Os hipermercados estão no Top 5 em volume.
Relativamente aos combustíveis, registou-se um consumo de menos de 18 milhões de litros de gasolina em Portugal, menos 218 mil compradores e 998 mil abastecimentos. A quota de mercado dos postos de abastecimento dos hipermercados no primeiro semestre já foi de 19% do volume total de abastecimentos.

Publicado em New@This por Nuno Batista.
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Lazer é a grande tendência de consumo

November 26, 2008
10 palavras-chave que muito vai ouvir falar nos próximos tempos e que tentam adivinhar o destino dos hipermercados a médio-prazo.

O acaso faz parte da vida das empresas, nem tudo é previsível: a crise está a instalar-se confortavelmente e ninguém sabe ao certo por quanto tempo. É preciso trocar-lhe as voltas e os operadores da distribuição moderna tentam adivinhar como serão as grandes lojas num futuro próximo, com base num conjunto de tendências de mercado. Mas, sem esquecer o acaso.
Os hipermercados são o formato comercial mais afectado pela crise financeira. Quem o diz é Isabel Dias Costa, responsável da Sonae Distribuição, por ocasião do Congresso da APLOG (Associação Portuguesa de Logística). A poupança é a tábua de salvação dos consumidores para fazer face ao avolumar das despesas: as compras mensais dão lugar às diárias ou semanais e os sacos de plástico circulam cada vez mais magros.
E quem ganha com a transferência de consumo são as lojas de proximidade.
Na estratégia de concepção de novos espaços, os operadores tentam combater aquelas adversidades mas também conferir de novo ao hipermercado as honras de loja de compras por excelência, um estatuto que este formato ostentou durante anos em Portugal, até ao boom dos centros comerciais. Fixe estes dez conceitos que muito vai ouvir falar nos próximos tempos, segundo Isabel Costa.
LAZER
O lazer vai ser a grande tendência de consumo e o motor de crescimento do próximo ano, revelou Isabel Dias Costa. Mas, como adaptar este conceito ao hipermercado? “Fazendo com que o consumidor se sinta confortável na loja. Aplicar o lazer no acto de compra”.
“Há poucas soluções de lazer para adulto, dentro e fora das lojas, e este vai ser um grande mercado de crescimento”. O sector de lazer para crianças também se vai dinamizar. O segredo é criar “espaços próprios dentro da loja dedicados à cultura e ao lazer que potenciem a emoção e a surpresa”.
PREÇO
O preço já é e vai continuar a ser um dos factores mais importantes. As lojas têm de oferecer valores para todos os orçamentos familiares. O elevado nível de endividamento das famílias e a subida das taxas de desemprego têm forte impacto no consumo.

SORTIDO
A população está a envelhecer. Mais de 45% dos consumidores europeus esterão acima de 50 anos em 2010, estima Isabel Dias Costa. Este facto tem influência na definição de novos espaços mas também no sortido e packaging.
Ana Cláudia Sá, responsável da Unilever Jerónimo Martins (JM), dá um exemplo: “O envelhecimento faz com que os consumidores leiam pior. É preciso desenvolver embalagens que respondam a esta necessidade. Apoiar o cliente na compra”.
Para além disso, a responsável da JM salienta o crescimento dos mono-lares, fruto do aumento do número de divórcios. “É preciso conceber formatos mais pequenos”.

GOURMET
Em três anos, este sector tornar-se-à “muito forte”, assegura Isabel Costa. Há momentos em que o mesmo consumidor que adquire, regra geral, os produtos mais baratos está disponível para investir em refeições mais requintadas, no fim-de-semana, por exemplo.

ECO-FRIENDLY
Os biológicos vão ganhar expressão. A exposição apelativa dos produtos é fulcral. “Os perecíveis devem ser exibidos sem embalagens. Ou seja, montar no teatro de venda um verdadeiro mercado que remonte à compra tradicional na praça. O consumidor quer conhecer a origem dos alimentos. É essencial destacar o produtor. “Traz valores de emoção e paixão e estabelece relações de envolvimento entre o acto de consumo e o ponto de venda”, explica a responsável da Sonae. O consumidor gosta do que é novo mas também do tradicional, pelo que a regra de ouro é conjugar as mais recentes tecnologias com os métodos tradicionais de exposição.

HEALTH-CARE
Este sector vai continuar a dar cartas: prestação de serviços de saúde, beleza e bem-estar em espaços demarcados dentro da loja, com venda assistida. Mas, o grande destaque vai para a nutrição. ” Um diabético ou celíaco tem de encontrar o que precisa dentro do hiper”.
FOOD TO GO
A área de refeições rápidas, em contínuo crescimento, apresenta novidades: a procura de conceitos diferentes e saudáveis, como, por exemplo, sabores mais tradicionais e mediterrâneos. O grande desafio é oferecer este sortido “sem incremento de custo adicional pelo facto de não ser feito em casa”.

INOVAÇÃO
Um total de 83% dos consumidores estão receptivos a experimentar novos produtos e conceitos. No entanto, a grande maioria dos consumidores “não sabe o que quer, quer o que não pode e ambiciona o que não tem”. É importante criar constantemente novos produtos, mesmo que a “maioria” dos testes se revelem um “fracasso”. Há que continuar a fazer e “descobrir, entre muitos, um ou dois que funcionem”.
CONCORRÊNCIA
É cada vez mais agressiva no sector da Distribuição. A máxima é a diferenciação da oferta e conceitos. “É preciso criar antes dos outros. Algo no qual o consumidor reconheça competência e deposite confiança. Não só produtos mas também serviços”.
DEPARTMENT STORE
O futuro dos hipermercados passa, talvez, adivinha a responsável da Sonae Distribuição, por grandes lojas especializadas com sortidos vários, com lojas dentro da loja, e várias portas de acesso.

Fonte: Jornal Hipersuper. Publicado em New@This por Nuno Batista.

Nuno Batista CV

November 19, 2008

HABILITAÇÕES LITERÁRIAS

Pós-Graduação em Marketing e Comunicação Empresarial, pela Universidade Lusíada, com média final de 14 valores, de Março de 2001 a Janeiro de 2002. Principais temáticas: Conceitos de Marketing, Ciências da Comunicação, Comportamento dos Clientes, Análise do Mercado e da Concorrência, Gestão da Inovação, Gestão de Vendas, Marketing Estratégico, entre outras;
Licenciatura em Economia, pela Universidade Lusíada, com média final de 13 valores, de Outubro de 1995 a Outubro de 2000. Principais temáticas: Microeconomia, Macroeconomia, Matemática, Estatística, Informática, Contabilidade geral e Analítica, Fiscalidade, Economia Financeira, Decisões de Investimento, Estratégia Empresarial, Política Comercial, entre outras;
– 12º ano de escolaridade, na Escola Secundária Prof. Herculano de Carvalho na área de ciências económicas e sociais com média final de 15 valores, em Junho de 1995.

EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL

– De 1 de Maio de 2008 a 31 de Outubro de 2008: Techtronic Industries Iberia (empresa do Grupo TTi)

Sales Manager Portugal: Responsável em Portugal pela Distribuição Moderna, com função de Chefe de Vendas. Participação activa na definição estratégica da administração. Responsável directo de diversas KA’s da distribuição moderna (Bricomarché, Aki, Leroy Merlin, Mestre Maco); coordenação da equipa de vendas; desenvolvimento e aplicação da estratégia para o canal de distribuição; desenvolvimento, negociação e implementação dos planos promocionais taler made para cada cliente; formação às equipas de vendas dos principais clientes; definição e controlo do budget de vendas; definição e controlo dos objectivos da equipa de vendas; planeamento e desenvolvimento da gama de produtos adequada a cada cliente (gestão de categorias). Projecto de start-up, com grande envolvente de prospecção e desenvolvimento de novos negócios.

– De 1 de Janeiro de 2004 a 24 de Abril de 2008: tesa Portugal (empresa do Grupo Beiersdorf)

Key Account Manager Senior no Departamento Comercial (de Janeiro de 2004 a Abril de 2008): Responsável directo de diversas KA’s da distribuição moderna (Carrefour, Intermarché, E. Leclerc, Feira Nova, Pingo Doce, El Corte Inglés, Recheio, Staples-Office Centre, Bricomarché, Aki, Leroy Merlin, Unimark, Unapor); análise SWOT das KA’s; desenvolvimento e aplicação da estratégia de cada key account; negociação do contrato geral de fornecimento de cada cliente; negociação centralizada das campanhas promocionais do ponto de venda; negociação de abertura de novos pontos de venda; desenvolvimento de novos negócios e clientes (prospecção); implementação e conciliação entre as estratégias internacionais e locais da empresa; desenvolvimento, implementação e controlo das actividades de ponto de venda; controlo e supervisão da equipa de vendas e merchandising; planeamento e desenvolvimento da gama de produtos adequada a cada cliente (gestão de categorias); desenvolvimento, negociação e implementação dos planos promocionais taler made para cada cliente; controlo do budget de vendas; definição e controlo dos objectivos da equipa de vendas; responsável pela rentabilidade (EBIT) da carteira de clientes; formação das equipas de vendas dos principais clientes; participação em workshops internacionais; Reporting a nível nacional e internacional; Backup do Sales Manager nas restantes KA’s da distribuição moderna no que respeita a elaboração e apresentação de campanha promocionais; definição de estratégias concertadas para todos os KAM’s. Clientes apoiados: Sonae, Auchan, Max Mat, Mestre Maco/iZi, Makro, Uniarme, OfficePak;

SAP Business Warehouse key user (de Setembro de 2003 a Abril de 2008): Em paralelo com a função de Key Account Manager, responsável dentro da organização tesa Portugal pelo sistema de análise de vendas (módulo Business Warehouse da SAP), Sales and Financial reporting e gestão dos Annual Business Plans (grupos de marca, agrupados de clientes e clientes).

– De 12 de Fevereiro de 2001 a 31 de Dezembro de 2003: Beiersdorf Portuguesa

Key Account Manager Jr. no Departamento Comercial (de Janeiro de 2002 a Dezembro 2003): Responsável directo de diversas KAM’s da distribuição moderna (Carrefour, Aki, Mestre Maco, Leroy Merlin); análise SWOT das KA’s; desenvolvimento e aplicação da estratégia de cada key account; negociação do contrato geral de fornecimento de cada cliente; negociação centralizada das campanhas promocionais do ponto de venda; desenvolvimento, implementação e controlo das actividades de ponto de venda; planeamento e desenvolvimento da gama de produtos adequada a cada cliente (gestão de categorias); desenvolvimento e implementação de actividades promocionais taler made para cada cliente; controlo do budget de vendas;

Product Manager no Departamento de Marketing (de Fevereiro 2001 a Dezembro 2003): elaboração de estratégias e planos de marketing; política de preços; realização de campanhas promocionais e apresentação em PowerPoint em reuniões com clientes; estudo e previsão de vendas; controlo de stocks; elaboração de campanhas publicitárias (spots televisivos, folhetos, mailings, animação no local de venda); elaboração e análise de estudos de mercado; realização de relatórios; contactos com fornecedores para desenvolvimento de campanhas e acções promocionais; formação à equipa de vendas; desenvolvimento de novos produtos; implementação de campanhas de lançamentos e relançamentos de produtos;

– De 1 de Dezembro de 2000 a 11 de Fevereiro de 2001: Ministério das Finanças

Técnico de Administração Tributária na Direcção Geral dos Impostos (D.G.C.I.): contra-ordenações, certidões de dívida, processos de execução fiscal, impostos sobre o rendimento, despesa e património, tesouraria;

– De 1 de Julho a 30 de Novembro de 2000: Vodafone (Ex-Telecel – Comunicações Pessoais, S. A.)

Recrutamento e Selecção na Direcção de Recursos Humanos (de Outubro de 2000 a Novembro de 2000): gestão informática da área de recrutamento, colocação e publicação de anúncios, recepção de candidaturas, triagem curricular, registo informático dos candidatos, marcação de entrevistas, preparação de documentação, arquivo, marcação de exames médicos;

Gestão Administrativa na Direcção de Recursos Humanos (de Julho 2000 a Setembro de 2000): introdução e registo de dados informáticos, arquivo, apoio ao processamento salarial, realização de consultas informáticas, preparação de documentação;

– De 1 de Novembro a 31 de Dezembro de 1999: Banco Espírito Santo

Operador de Telemarketing no Departamento Comercial: suporte a vendas, preparação e realização de contactos telefónicos com clientes, divulgação e venda de produtos e serviços financeiros (contas poupança, PPR’s, seguros automóvel, cartões de crédito, telebanking, netbanking).

PRINCIPAIS COMPETÊNCIAS

Ao longo do seu percurso profissional e académico, adquiriu e melhorou as seguintes competências:
– Capacidade de liderança: experiência em supervisão, coordenação e gestão de equipas de vendas;
– Orientação para a resolução de problemas: identificação de problemas específicos e procura de soluções viáveis para a sua resolução;
– Gestão de projectos e definição de objectivos: planeamento estratégico da abordagem comercial e de marketing;
– Orientação para trabalhar por objectivos e em equipa;
– Capacidade oratória e vasta experiência em apresentações e formações para audiências numerosas (em língua portuguesa e inglesa);
– Grande facilidade na utilização de todas as ferramentas informáticas e de novas tecnologias ao dispor de uma organização;
– Polivalência, flexibilidade e adaptabilidade: facilidade de adaptação à mudança;
– Facilidade de comunicação com clientes, colaboradores e administração da empresa;
– Capacidade criativa e de inovação;
– Energético, autónomo e com iniciativa própria, considerando sempre os valores e a estratégia da empresa;
– Grande capacidade de motivação da sua equipa, dos seus colegas e de auto motivação;
– Grande sentido de responsabilidade, rigor profissional e capacidade de organização.

FORMAÇÃO COMPLEMENTAR

– Seminário “Novas tendências de Consumo e Retalho do Futuro” pela INV e SalesUp (Abril 2008)
– Formação “A importância da prospecção” pelo Grupo Beiersdorf (Março 2008);
– Workshop “Product Launch and Implementation” pela tesa SWEU (Outubro 2006);
– Curso “EDI – Electronic Data Interchange” pela GS1 Portugal-Codipor (Abril 2006);
– Formação em “In-store merchandising” pelo Grupo Beiersdorf (Janeiro 2006);
– Workshop “Permanent Shelf and Second Placement” pela tesa SWEU (Março 2005);
– Formação em “Access 2003 utilização avançada” pela CapGemini (Outubro 2004);
– Formação em “Negociação e Técnicas de Vendas” pelo Grupo Beiersdorf (Abril 2004);
– Formação em “Excel 2003 utilização avançada e Excel 2003 Visual Basic” pela Galileu (Março 2004);
– Formação em “Ética Empresarial” pela SDO Consultores (Junho 2002);
– Formação em “Key Account Management” pelo Grupo Beiersdorf (Setembro a Dezembro 2001);
– Curso de “Codificação Comercial” (Formação Código de Barras) pela Codipor (Abril 2001);
– Formação em “Product Management” pelo Grupo Beiersdorf (Fevereiro a Abril 2001);
– Curso de “Ciência e Técnica Fiscal” pela DGCI – Ministério das Finanças (Dezembro 2000);
– Curso de “Telemarketing” pelo Banco Espírito Santo (Novembro 1999);
– Conferência “IV Jornadas Fiscais”, promovidas pela Universidade Lusíada (Maio 1998);
– Conferência “O humanismo como meio envolvente do sistema empresarial”, na Universidade Lusíada (Dezembro 1997);
– Conferência “Marketing e Publicidade”, na Universidade Lusíada (Dezembro 1997);
– Conferência “O papel da mulher no meio empresarial”, na Universidade Lusíada (Dezembro 1997).

INFORMÁTICA

– Bons conhecimentos de informática na óptica do utilizador e sistemas de informação;
– Microsoft Windows; Internet
– Microsoft Office (Word, Excel, Access, PowerPoint, Outlook, FrontPage);
– Microsoft Project;
– SAP R/3 (inclui Business Warehouse);
– Marketing Manager (CAS);
– Crystal Report;
– Turbo Pascal / Basic / Visual Basic.

IDIOMAS

– Português: Língua materna;
– Inglês: Bom (Conversação, escrita e leitura);
– Francês: Razoável (Conversação, escrita e leitura);
– Espanhol: Bom (Conversação, escrita e leitura).

OUTRAS INFORMAÇÕES

– Membro das seguintes entidades: Associação Nacional de Jovens Empresários;
– Networking: membro do LinkedIn, Ecademy, Euromarketers.net, TEN-Top Executives Net, Viadeo, Plaxo, Xing, Hi5, Facebook, MySpace;
– Fundador e autor do site New@This, um blog que aborda diversas temáticas ligadas com a Economia, Marketing e Gestão, com cerca de 1.000 visitantes, em média, por mês;
– Prática desportiva frequente: Atletismo e Cardio Fitness;
– Viatura própria;
– Passatempos e interesses: Leitura, Escrita, Música, Cinema, Desporto, Viagens, Telecomunicações, Informática, Multimédia, Novas Tecnologias e Networking.

RECOMENDAÇÕES

Recomendações feitas a Nuno Batista por diversos colegas, publicadas no site LinkedIn:

– “Nuno is highly professional in his work, very well organized, proactive, brings important added value in a team and is always ready to help his colleagues.” October 19, 2007
Inês Cardoso, Trade Marketing Manager, tesa Portugal, worked directly with Nuno at tesa Portugal

– “In my 8 years marketing experience, I consider Nuno as “the reference” in the KAMs market. His professionalism, his experience and his efficient way of working makes all the difference. Nuno is the real meaning of the word KAM!” April 18, 2007
Miguel Saraiva, Marketing Manager, tesa Portugal, worked directly with Nuno at tesa Portugal

– “Nuno Batista is an excellent employee. Highly creative, IT oriented and with a clear view on the sales targets that allow business to growth. He looks quite promising in a sales carrier.” April 10, 2007
Ricardo Coelho, Sales Channel Manager, tesa Portugal, managed Nuno at tesa Portugal

– “Nuno is an excellent worker. He is very organized and customer oriented. Good team work. The perfect colleague to work with” April 9, 2007
Carla Gonçalves, Product Manager, tesa Portugal managed, Nuno indirectly at tesa Portugal

– “O Nuno foi um dos meus primeiros alunos e já na altura revelou excelentes qualidades técnicas e uma atitude extraordinária para ultrapassar os obstáculos.” December 20, 2007
Bruno Valverde Cota, Scientific Director and Marketing Professor, Universidade Lusíada de Lisboa

As recomendações podem ser consultadas em: http://www.linkedin.com/in/nunobatista

RESUMO

Nuno Batista possui uma pós-graduação em Marketing e licenciatura em Economia.
Tem experiência profissional nas áreas de Chefia de Vendas, Marketing, Gestão de Clientes, Gestão de Vendas, Recursos Humanos e Finanças Públicas.


Portugal importa 70% do que consome

November 17, 2008
Portugal importa 70% dos alimentos que consome, o que traduz uma inversão completa do cenário anterior, em que esses 70% correspondiam à auto-suficiência alimentar do País. É a principal conclusão do 3º Colóquio Nacional de Horticultura Protegida, que decorreu nos dias 7 e 8 de Novembro no Auditório Municipal da Póvoa do Varzim, escreve o Jornal de Notícias.
Os 200 produtores, empresários e investigadores reunidos na Póvoa do Varzim concluíram pelo “falhanço da economia de mercado”, nas palavras do presidente da Associação Portuguesa de Horticultores (APH), Manuel Soares, e reclamaram regulação do mercado interno e concessão de incentivos para a competição no mercado internacional.
O funcionamento dos circuitos comerciais do sector hortícola não escapou às críticas dos oradores. O presidente da Associação de Horticultores da Póvoa do Varzim (HORPOZIM), Carlos Alberto Lino, denunciou que “quem produz é mal remunerado” e que “quem compra, compra caro”, graças a “uma cadeia que só transporta e leva as mais-valias”, acusou o responsável, citado pelo JN.
Carlos Alberto Lino defende que a concertação de todos os actores envolvidos no processo é o único caminho viável para a sobrevivência do sector.
O debate sobre as culturas de viveiro e em estufa, e visitas a explorações agrícolas e a um campo masseira, tiveram igualmente o seu lugar na ordem de trabalhos.
O 3º Colóquio Nacional de Horticultura Protegida foi organizado pela APH em colaboração com a HORPOZIM, e contou com o apoio da autarquia poveira.
Publicado em New@This por Nuno Batista.

Falta de comida afecta portugueses

November 11, 2008
A crise anda por aí. Nem a comida chega a todos…
E mais um lugar no podium para Portugal.

Cerca de 9% dos portugueses afirma não ter tido o suficiente para comer em determinadas alturas do último ano. Número que está dois pontos percentuais acima da média da Europa Ocidental, de acordo com o estudo Voice of the People, em Portugal realizado pela TNS. Destes 9%, um total de 3,7% afirma que aconteceu “frequentemente”. Desta forma, Portugal ocupa o terceiro pior lugar na Europa Ocidental.

O estudo ressalva as acentuadas diferenças regionais. Na região do Algarve e de Lisboa e Vale do Tejo há uma menor taxa de respostas relativamente ao indicador frequentemente, enquanto nas restantes regiões do País as respostas foram superiores, sendo que cerca de 4% têm falhas na alimentação.
De referir ainda que um total de 81,2% dos portugueses “nunca” teve falta de comida na mesa nos últimos 12 meses.
No resto da Europa, Inglaterra é o país onde mais pessoas assumem não terem pontualmente comida (15%) e a Grécia ocupa a segunda posição (13%).

Publicado em New@This por Nuno Batista.

Find a new job: 5 tips

November 5, 2008

If you want to make a change, or just look for a new professional challenge, get started now. Outplacement firm Challenger, Gray & Christmas says the first two months of the year are the best in terms of hiring.
It’s your year, your career, and your job to make things happen. Today’s five tips will help you take advantage of an improving job market.

1. Arm yourself
Chances are you haven’t even thought about a change in your current job or even a new one because there were few options out there.
As the job picture brightens, arm yourself to make your move. Find out which departments within your current employer are growing, where the jobs are popping up at other companies, and which industries are hiring.
The Wall Street Journal’s CareerJournal.com is a free Web site that offers job search strategies and tips as well as a salary calculator. You can also find ballpark salary rages, as well as what your skills should fetch in today’s job market, at http://www.salary.com/.
If you’ve been dying to try a new industry, the best way to feel out a new field is to ask people on the inside. And a popular new way to network online is over the Web.
A number of Web sites offer free networking services based on the theory of six-degrees of separation — you invite your friends and colleagues to join the site and your web of contacts grow as more people become linked. Among them: http://www.linkedin.com/, http://www.friendster.com/, and http://www.spoke.com/.
Once you know what your options are, dust off that old resume and add all your latest responsibilities and accomplishments.

2. Strut your stuff
You may not be aware of new opportunities shaping up within your company, but you can position yourself to become a candidate for new jobs before they are announced. That means impressing the higher ups.
John Challenger, CEO of Challenger, Gray & Christmas, advises that instead of finishing a project on deadline you should “get it done ahead of time and then request new assignments or projects.”
“Or, better yet, suggest new projects,” he added.
Another way to become noticed as a great employee is to become a utility-infielder. Learn other people’s jobs and responsibilities so you can jump in and help out if needed.
Don’t keep your talents to yourself. For example, include your boss or another superior on an e-mail giving the progress on an initiative you started. Taking note of what you have accomplished will also come in handy during your next interview.

3. Build a reputation
You can create a name for yourself beyond simply being a solid employee by developing a specialty. People who are known for righting ailing businesses or scouting new talents often get a reputation beyond their company’s front door.
Find a key talent or knowledge base needed in your field and make yourself the expert. Take that reputation with you while networking too. Don’t be afraid to let others know what you’re great at. They might think of you when they need expertise like yours at their company.

4. Ask for more money
As the employment picture improves, employers may have more money to keep their best employees from leaving. You, however, have to ask for it.
“Discuss all the major initiatives you have taken and point to your impact on the company. Then ask for a raise, but don’t specify an amount right away,” Challenger said.
The rule of thumb: Let the boss make the first move. She may offer you a typical raise of around three to four percent, but you feel that deserve ten. So don’t be afraid to say: “Thank you, but I was hoping for something more. How about a twelve percent raise?”
Shoot high as your boss might bring it down to that ten percent you wanted.

5. Hold tight
If you’re in an industry that’s contracting, you’ll need to think about job security. You want your employer to see you as an important employee, especially around layoff time.
There are a several ways you can make yourself irreplaceable: Be willing to travel or relocate, be accessible at any time, dress a little nicer than your colleagues, and be a likeable and helpful person.

Unfortunately, layoffs still happen to even the best employees. It’s a good idea to build some savings just in case you lose your job. Most experts recommend having three to six months worth of living expenses available for emergencies.

Source: CNNMoney.com. Published at Nuno Batista Blog by Nuno Batista.

Estudo sobre impacto da comunicação no ponto de venda

November 5, 2008
A POPAI Portugal e a GfK iniciaram uma parceria para a realização de um estudo com o objectivo de avaliar o impacto dos suportes de comunicação presentes em loja em todo o percurso do cliente, desde a entrada.
Segundo noticia o jornal Hipersuper, o objectivo é avaliar a notoriedade e eficácian e encontrar conclusões relativamente ao percurso na loja, zonas quentes e frias, tempo despendido nas principais categorias versus as compras de facto efectuadas.
Além disso, pretende-se, também, concluir sobre o tipo de compra (habitual, planeada), a árvore de decisão, a atitude face à ruptura de stock, a atitude face à promoção, a função da prateleira, a função/eficácia de zonas de exposição alternativa, p papel das marcas da distribuição, a complexidade da compra na categoria e a oportunidade de melhoria”.
Para o estudo, esta parceria pretende efectuar 1.200 entrevistas nos retalhistas na Grande Lisboa e Grande Porto e ainda noutra zona que não foi revelada. O estudo irá, também utilizar o método de eye tracking, permitindo visualizar em directo o comportamento do cliente na loja.

Vamos então esperar pelos primeiros resultados do estudo.

Publicado em New@This por Nuno Batista.