Recommendations for Nuno Batista (update April 2009)

April 27, 2009

Co-workers that recommend Nuno Batista, published on the Internet at LinkedIn:
– “Concidí con Nuno en TTI IBERIA cuando él era el responsable de las ventas y me gustaría destacar su buena gestión, su gran profesioanilidad, siempre orientado a resultados e involucrado totalmente en el día a día del negocio. Comentar también su fácil trato y persona totalmente abierta siempre a sus compañeros y al trabajo en equipo.” April 13, 2009
JOSE CHUECA MORA, DIRECTOR OPERACIONES, TTI IBERIA, S.L. managed Nuno indirectly at Techtronic Industries Iberia (TTI)
– “A great professional with big experience, he knows perfectly his market.” April 13, 2009
Alberto Munoz, Product Manager Senior AEG-Milwaukee, TTI Group worked directly with Nuno at Techtronic Industries Iberia (TTI)
– “Nuno is Pro-active, reliable and very professional person. He takes details very seriously and can be very polivalent.” April 13, 2009
Rui Aldeia, National sales Manager Industry, tesa Portugalworked directly with Nuno at tesa Portugal
– “Nuno is highly professional in his work, very well organized, proactive, brings important added value in a team and is always ready to help his colleagues.” October 19, 2007
Inês Cardoso, Trade Marketing Manager, tesa Portugal, worked directly with Nuno at tesa Portugal
– “In my 8 years marketing experience, I consider Nuno as “the reference” in the KAMs market. His professionalism, his experience and his efficient way of working makes all the difference. Nuno is the real meaning of the word KAM!” April 18, 2007
Miguel Saraiva, Marketing Manager, tesa Portugal worked directly with Nuno at tesa Portugal
– “Nuno Batista is an excellent employee. Highly creative, IT oriented and with a clear view on the sales targets that allow business to growth. He looks quite promising in a sales carrier.” April 10, 2007
Ricardo Coelho, Sales Channel Manager, tesa Portugal managed Nuno at tesa Portugal
– “Nuno is an excellent worker. He is very organized and customer oriented. Good team work. The perfect colleague to work with” April 9, 2007
Carla Gonçalves, Product Manager, tesa Portugal managed Nuno indirectly at tesa Portugal
− “O Nuno foi um dos meus primeiros alunos e já na altura revelou excelentes qualidades técnicas e uma atitude extraordinária para ultrapassar os obstáculos.” December 20, 2007
Bruno Valverde Cota, Scientific Director and Marketing Professor, Universidade Lusíada de Lisboa

This recommendations could be viewed at:
http://www.linkedin.com/in/nunobatista

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DIY está de volta

April 22, 2009

Face às restrições colocadas pelas difíceis condições económicas, o “Do-it-Yourself” está a ressurgir.

Os consumidores conseguem assim poupar algum dinheiro nos projectos de melhoria das suas casas, mas também afirmam que aderem ao bricolage porque gostam de colocar “mãos à obra
Segundo um estudo da Lowe’s, o segundo maior retalhista mundial na área do bricolage, oito em cada dez proprietários de casas que planeiam plantar um relvado ou um jardim nos próximos 12 meses vão eles próprios empreender esse projecto.
Para 84% dos inquiridos, a jardinagem é o principal projecto de DIY apontado. Em segundo lugar vem a pintura do interior da casa (82%), seguida da pintura exterior (65%), da colocação de um novo chão (56%) e da remodelação da casa de banho (55%).
Aproximadamente 32% dos inquiridos citam o “prazer” como a principal razão para serem eles próprios a desenvolver esses projectos, enquanto 35% dizem que é para poupar nos custos totais.

Produtos de marca vendem cada vez menos

April 15, 2009
Para quem trabalha, como eu, numa multinacional com uma marca lider de mercado, esta não é certamente uma boa noticia.
As vendas de produtos de marca sofreram nos últimos meses uma “diminuição residual”, mas estes continuam a ser preferidos pelos consumidores face às marcas próprias dos distribuidores, disse hoje à Lusa o presidente da Centromarca.
De acordo com o presidente da Associação Portuguesa de Empresas de Produtos de Marca (Centromarca), Duarte Raposo Magalhães, “em 2008, por cada 10 euros, o consumidor gastou em produtos de grande marca de grande consumo quase sete euros”.
Questionado sobre se a diminuição, ainda que “residual”, das vendas de produtos de marca estará relacionada com a subida das marcas próprias da distribuição, cujos preços são tendencialmente mais baixos, o responsável admitiu que terá havido consumidores que, “por opção económica, tiveram que consumir em função do preço”.
Contudo, destacou, “outros houve que não tiveram escolha por as suas marcas de confiança não se encontrarem nos locais de venda, com a variedade e profundidade habitual”.
É que, segundo Duarte Raposo Magalhães, “a concentração das grandes superfícies criou situações de forte desequilíbrio nas relações com os produtores”, que têm “um conjunto de deveres para com a distribuição e quase nenhuns direitos”.
“Os fornecedores de produtos de grande marca podem chegar a ter uma dependência relativamente a uma só cadeia de supermercados de até 30%, que pode subir a 90% o se considerarmos os três principais distribuidores do país”, sublinhou.
“Já o contrário – continuou – não é verdade: um produtor nunca chega a representar um valor minimamente significativo de vendas para um distribuidor”, o que gera uma “relação de desequilíbrio na relação contratual”.
Na prática, esta situação pode traduzir-se, por exemplo, na colocação pela distribuição dos produtos de grande marca “em locais com menos visibilidade, ou mesmo não na sua não colocação”, assim como na criação de marcas próprias “muito semelhantes” às grandes marcas.
Contactado pela Lusa, o director da Associação Portuguesa das Empresas de Distribuição (APED) confirmou que “os dados mais recentes apontam para que as marcas próprias da distribuição têm vindo a ganhar posição e quota de mercado”.
José António Rousseau afirma, contudo, que tal acontece “não necessariamente por efeito da crise”, mas em grande parte devido ao “ganho de confiança” obtido junto dos consumidores.
“As marcas próprias têm uma proposta de valor muito correcta em termos de equilíbrio preço/qualidade e, afastados o receio e desconfiança iniciais, hoje não ficam nada atrás em termos de satisfação do consumidor das marcas dos produtores”, disse.
Para além de alguma transferência de compras de produtos de grande marca para marcas próprias, José António Rousseau diz que o sector de distribuição antecipa que a crise económica “se reflicta, naturalmente, no consumo”, com “menos compras e menor facturação”.
Segundo José António Rousseau, o conjunto de empresas da APED facturou, em 2007, cerca de 12,5 mil milhões de euros, devendo o volume de negócios de 2008, ainda não totalmente apurado, ter-se situado “cinco a seis por cento” acima desse valor.
Fonte: Jornal Hipersuper. Publicado em New@This por Nuno Batista