Recommendations for Nuno Batista (update April 2009)

April 27, 2009

Co-workers that recommend Nuno Batista, published on the Internet at LinkedIn:
– “Concidí con Nuno en TTI IBERIA cuando él era el responsable de las ventas y me gustaría destacar su buena gestión, su gran profesioanilidad, siempre orientado a resultados e involucrado totalmente en el día a día del negocio. Comentar también su fácil trato y persona totalmente abierta siempre a sus compañeros y al trabajo en equipo.” April 13, 2009
JOSE CHUECA MORA, DIRECTOR OPERACIONES, TTI IBERIA, S.L. managed Nuno indirectly at Techtronic Industries Iberia (TTI)
– “A great professional with big experience, he knows perfectly his market.” April 13, 2009
Alberto Munoz, Product Manager Senior AEG-Milwaukee, TTI Group worked directly with Nuno at Techtronic Industries Iberia (TTI)
– “Nuno is Pro-active, reliable and very professional person. He takes details very seriously and can be very polivalent.” April 13, 2009
Rui Aldeia, National sales Manager Industry, tesa Portugalworked directly with Nuno at tesa Portugal
– “Nuno is highly professional in his work, very well organized, proactive, brings important added value in a team and is always ready to help his colleagues.” October 19, 2007
Inês Cardoso, Trade Marketing Manager, tesa Portugal, worked directly with Nuno at tesa Portugal
– “In my 8 years marketing experience, I consider Nuno as “the reference” in the KAMs market. His professionalism, his experience and his efficient way of working makes all the difference. Nuno is the real meaning of the word KAM!” April 18, 2007
Miguel Saraiva, Marketing Manager, tesa Portugal worked directly with Nuno at tesa Portugal
– “Nuno Batista is an excellent employee. Highly creative, IT oriented and with a clear view on the sales targets that allow business to growth. He looks quite promising in a sales carrier.” April 10, 2007
Ricardo Coelho, Sales Channel Manager, tesa Portugal managed Nuno at tesa Portugal
– “Nuno is an excellent worker. He is very organized and customer oriented. Good team work. The perfect colleague to work with” April 9, 2007
Carla Gonçalves, Product Manager, tesa Portugal managed Nuno indirectly at tesa Portugal
− “O Nuno foi um dos meus primeiros alunos e já na altura revelou excelentes qualidades técnicas e uma atitude extraordinária para ultrapassar os obstáculos.” December 20, 2007
Bruno Valverde Cota, Scientific Director and Marketing Professor, Universidade Lusíada de Lisboa

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DIY está de volta

April 22, 2009

Face às restrições colocadas pelas difíceis condições económicas, o “Do-it-Yourself” está a ressurgir.

Os consumidores conseguem assim poupar algum dinheiro nos projectos de melhoria das suas casas, mas também afirmam que aderem ao bricolage porque gostam de colocar “mãos à obra
Segundo um estudo da Lowe’s, o segundo maior retalhista mundial na área do bricolage, oito em cada dez proprietários de casas que planeiam plantar um relvado ou um jardim nos próximos 12 meses vão eles próprios empreender esse projecto.
Para 84% dos inquiridos, a jardinagem é o principal projecto de DIY apontado. Em segundo lugar vem a pintura do interior da casa (82%), seguida da pintura exterior (65%), da colocação de um novo chão (56%) e da remodelação da casa de banho (55%).
Aproximadamente 32% dos inquiridos citam o “prazer” como a principal razão para serem eles próprios a desenvolver esses projectos, enquanto 35% dizem que é para poupar nos custos totais.

Produtos de marca vendem cada vez menos

April 15, 2009
Para quem trabalha, como eu, numa multinacional com uma marca lider de mercado, esta não é certamente uma boa noticia.
As vendas de produtos de marca sofreram nos últimos meses uma “diminuição residual”, mas estes continuam a ser preferidos pelos consumidores face às marcas próprias dos distribuidores, disse hoje à Lusa o presidente da Centromarca.
De acordo com o presidente da Associação Portuguesa de Empresas de Produtos de Marca (Centromarca), Duarte Raposo Magalhães, “em 2008, por cada 10 euros, o consumidor gastou em produtos de grande marca de grande consumo quase sete euros”.
Questionado sobre se a diminuição, ainda que “residual”, das vendas de produtos de marca estará relacionada com a subida das marcas próprias da distribuição, cujos preços são tendencialmente mais baixos, o responsável admitiu que terá havido consumidores que, “por opção económica, tiveram que consumir em função do preço”.
Contudo, destacou, “outros houve que não tiveram escolha por as suas marcas de confiança não se encontrarem nos locais de venda, com a variedade e profundidade habitual”.
É que, segundo Duarte Raposo Magalhães, “a concentração das grandes superfícies criou situações de forte desequilíbrio nas relações com os produtores”, que têm “um conjunto de deveres para com a distribuição e quase nenhuns direitos”.
“Os fornecedores de produtos de grande marca podem chegar a ter uma dependência relativamente a uma só cadeia de supermercados de até 30%, que pode subir a 90% o se considerarmos os três principais distribuidores do país”, sublinhou.
“Já o contrário – continuou – não é verdade: um produtor nunca chega a representar um valor minimamente significativo de vendas para um distribuidor”, o que gera uma “relação de desequilíbrio na relação contratual”.
Na prática, esta situação pode traduzir-se, por exemplo, na colocação pela distribuição dos produtos de grande marca “em locais com menos visibilidade, ou mesmo não na sua não colocação”, assim como na criação de marcas próprias “muito semelhantes” às grandes marcas.
Contactado pela Lusa, o director da Associação Portuguesa das Empresas de Distribuição (APED) confirmou que “os dados mais recentes apontam para que as marcas próprias da distribuição têm vindo a ganhar posição e quota de mercado”.
José António Rousseau afirma, contudo, que tal acontece “não necessariamente por efeito da crise”, mas em grande parte devido ao “ganho de confiança” obtido junto dos consumidores.
“As marcas próprias têm uma proposta de valor muito correcta em termos de equilíbrio preço/qualidade e, afastados o receio e desconfiança iniciais, hoje não ficam nada atrás em termos de satisfação do consumidor das marcas dos produtores”, disse.
Para além de alguma transferência de compras de produtos de grande marca para marcas próprias, José António Rousseau diz que o sector de distribuição antecipa que a crise económica “se reflicta, naturalmente, no consumo”, com “menos compras e menor facturação”.
Segundo José António Rousseau, o conjunto de empresas da APED facturou, em 2007, cerca de 12,5 mil milhões de euros, devendo o volume de negócios de 2008, ainda não totalmente apurado, ter-se situado “cinco a seis por cento” acima desse valor.
Fonte: Jornal Hipersuper. Publicado em New@This por Nuno Batista

O que se passa no grande consumo em Portugal?

November 28, 2008

Os gastos por lar em Portugal cresceram 5,5% no primeiro semestre deste ano, face ao homólogo de 2007, o que corresponde a um aumento em 65 euros.
Segundo o estudo “O que se passa no grande consumo em Portugal?”, apresentado dia 24 de Novembro de 2008, em Lisboa, pela TNS Worldpanel, o aumento dos preços altera on consumo dos lares, mas não evita o aumento dos gastos.
O orçamento é cada vez mais dedicado à alimentação e, durante os primeiros seis meses do ano, as famílias portuguesas passaram a ir a mais insígnias à procura dos melhores preços, precisamente a primeira preocupação dos europeus (37%). Em média, cada lar visita quatro insígnias da distribuição moderna. Mais idas às compras, significam mais cestas pequenas e menos carros grandes de produtos.
No sector têxtil, os portugueses têm evitado ir às lojas, verificando-se menos 408 mil indivíduos compradores no período em análise. Os portugueses pensam mais antes de comprar e reduzem em seis euros o gasto em cada compra. Por outro lado, em cada acto de compra efectuado, verifica-se mais 8,3% de artigos comprados. Os hipermercados estão no Top 5 em volume.
Relativamente aos combustíveis, registou-se um consumo de menos de 18 milhões de litros de gasolina em Portugal, menos 218 mil compradores e 998 mil abastecimentos. A quota de mercado dos postos de abastecimento dos hipermercados no primeiro semestre já foi de 19% do volume total de abastecimentos.

Publicado em New@This por Nuno Batista.

Lazer é a grande tendência de consumo

November 26, 2008
10 palavras-chave que muito vai ouvir falar nos próximos tempos e que tentam adivinhar o destino dos hipermercados a médio-prazo.

O acaso faz parte da vida das empresas, nem tudo é previsível: a crise está a instalar-se confortavelmente e ninguém sabe ao certo por quanto tempo. É preciso trocar-lhe as voltas e os operadores da distribuição moderna tentam adivinhar como serão as grandes lojas num futuro próximo, com base num conjunto de tendências de mercado. Mas, sem esquecer o acaso.
Os hipermercados são o formato comercial mais afectado pela crise financeira. Quem o diz é Isabel Dias Costa, responsável da Sonae Distribuição, por ocasião do Congresso da APLOG (Associação Portuguesa de Logística). A poupança é a tábua de salvação dos consumidores para fazer face ao avolumar das despesas: as compras mensais dão lugar às diárias ou semanais e os sacos de plástico circulam cada vez mais magros.
E quem ganha com a transferência de consumo são as lojas de proximidade.
Na estratégia de concepção de novos espaços, os operadores tentam combater aquelas adversidades mas também conferir de novo ao hipermercado as honras de loja de compras por excelência, um estatuto que este formato ostentou durante anos em Portugal, até ao boom dos centros comerciais. Fixe estes dez conceitos que muito vai ouvir falar nos próximos tempos, segundo Isabel Costa.
LAZER
O lazer vai ser a grande tendência de consumo e o motor de crescimento do próximo ano, revelou Isabel Dias Costa. Mas, como adaptar este conceito ao hipermercado? “Fazendo com que o consumidor se sinta confortável na loja. Aplicar o lazer no acto de compra”.
“Há poucas soluções de lazer para adulto, dentro e fora das lojas, e este vai ser um grande mercado de crescimento”. O sector de lazer para crianças também se vai dinamizar. O segredo é criar “espaços próprios dentro da loja dedicados à cultura e ao lazer que potenciem a emoção e a surpresa”.
PREÇO
O preço já é e vai continuar a ser um dos factores mais importantes. As lojas têm de oferecer valores para todos os orçamentos familiares. O elevado nível de endividamento das famílias e a subida das taxas de desemprego têm forte impacto no consumo.

SORTIDO
A população está a envelhecer. Mais de 45% dos consumidores europeus esterão acima de 50 anos em 2010, estima Isabel Dias Costa. Este facto tem influência na definição de novos espaços mas também no sortido e packaging.
Ana Cláudia Sá, responsável da Unilever Jerónimo Martins (JM), dá um exemplo: “O envelhecimento faz com que os consumidores leiam pior. É preciso desenvolver embalagens que respondam a esta necessidade. Apoiar o cliente na compra”.
Para além disso, a responsável da JM salienta o crescimento dos mono-lares, fruto do aumento do número de divórcios. “É preciso conceber formatos mais pequenos”.

GOURMET
Em três anos, este sector tornar-se-à “muito forte”, assegura Isabel Costa. Há momentos em que o mesmo consumidor que adquire, regra geral, os produtos mais baratos está disponível para investir em refeições mais requintadas, no fim-de-semana, por exemplo.

ECO-FRIENDLY
Os biológicos vão ganhar expressão. A exposição apelativa dos produtos é fulcral. “Os perecíveis devem ser exibidos sem embalagens. Ou seja, montar no teatro de venda um verdadeiro mercado que remonte à compra tradicional na praça. O consumidor quer conhecer a origem dos alimentos. É essencial destacar o produtor. “Traz valores de emoção e paixão e estabelece relações de envolvimento entre o acto de consumo e o ponto de venda”, explica a responsável da Sonae. O consumidor gosta do que é novo mas também do tradicional, pelo que a regra de ouro é conjugar as mais recentes tecnologias com os métodos tradicionais de exposição.

HEALTH-CARE
Este sector vai continuar a dar cartas: prestação de serviços de saúde, beleza e bem-estar em espaços demarcados dentro da loja, com venda assistida. Mas, o grande destaque vai para a nutrição. ” Um diabético ou celíaco tem de encontrar o que precisa dentro do hiper”.
FOOD TO GO
A área de refeições rápidas, em contínuo crescimento, apresenta novidades: a procura de conceitos diferentes e saudáveis, como, por exemplo, sabores mais tradicionais e mediterrâneos. O grande desafio é oferecer este sortido “sem incremento de custo adicional pelo facto de não ser feito em casa”.

INOVAÇÃO
Um total de 83% dos consumidores estão receptivos a experimentar novos produtos e conceitos. No entanto, a grande maioria dos consumidores “não sabe o que quer, quer o que não pode e ambiciona o que não tem”. É importante criar constantemente novos produtos, mesmo que a “maioria” dos testes se revelem um “fracasso”. Há que continuar a fazer e “descobrir, entre muitos, um ou dois que funcionem”.
CONCORRÊNCIA
É cada vez mais agressiva no sector da Distribuição. A máxima é a diferenciação da oferta e conceitos. “É preciso criar antes dos outros. Algo no qual o consumidor reconheça competência e deposite confiança. Não só produtos mas também serviços”.
DEPARTMENT STORE
O futuro dos hipermercados passa, talvez, adivinha a responsável da Sonae Distribuição, por grandes lojas especializadas com sortidos vários, com lojas dentro da loja, e várias portas de acesso.

Fonte: Jornal Hipersuper. Publicado em New@This por Nuno Batista.

Nuno Batista CV

November 19, 2008

HABILITAÇÕES LITERÁRIAS

Pós-Graduação em Marketing e Comunicação Empresarial, pela Universidade Lusíada, com média final de 14 valores, de Março de 2001 a Janeiro de 2002. Principais temáticas: Conceitos de Marketing, Ciências da Comunicação, Comportamento dos Clientes, Análise do Mercado e da Concorrência, Gestão da Inovação, Gestão de Vendas, Marketing Estratégico, entre outras;
Licenciatura em Economia, pela Universidade Lusíada, com média final de 13 valores, de Outubro de 1995 a Outubro de 2000. Principais temáticas: Microeconomia, Macroeconomia, Matemática, Estatística, Informática, Contabilidade geral e Analítica, Fiscalidade, Economia Financeira, Decisões de Investimento, Estratégia Empresarial, Política Comercial, entre outras;
– 12º ano de escolaridade, na Escola Secundária Prof. Herculano de Carvalho na área de ciências económicas e sociais com média final de 15 valores, em Junho de 1995.

EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL

– De 1 de Maio de 2008 a 31 de Outubro de 2008: Techtronic Industries Iberia (empresa do Grupo TTi)

Sales Manager Portugal: Responsável em Portugal pela Distribuição Moderna, com função de Chefe de Vendas. Participação activa na definição estratégica da administração. Responsável directo de diversas KA’s da distribuição moderna (Bricomarché, Aki, Leroy Merlin, Mestre Maco); coordenação da equipa de vendas; desenvolvimento e aplicação da estratégia para o canal de distribuição; desenvolvimento, negociação e implementação dos planos promocionais taler made para cada cliente; formação às equipas de vendas dos principais clientes; definição e controlo do budget de vendas; definição e controlo dos objectivos da equipa de vendas; planeamento e desenvolvimento da gama de produtos adequada a cada cliente (gestão de categorias). Projecto de start-up, com grande envolvente de prospecção e desenvolvimento de novos negócios.

– De 1 de Janeiro de 2004 a 24 de Abril de 2008: tesa Portugal (empresa do Grupo Beiersdorf)

Key Account Manager Senior no Departamento Comercial (de Janeiro de 2004 a Abril de 2008): Responsável directo de diversas KA’s da distribuição moderna (Carrefour, Intermarché, E. Leclerc, Feira Nova, Pingo Doce, El Corte Inglés, Recheio, Staples-Office Centre, Bricomarché, Aki, Leroy Merlin, Unimark, Unapor); análise SWOT das KA’s; desenvolvimento e aplicação da estratégia de cada key account; negociação do contrato geral de fornecimento de cada cliente; negociação centralizada das campanhas promocionais do ponto de venda; negociação de abertura de novos pontos de venda; desenvolvimento de novos negócios e clientes (prospecção); implementação e conciliação entre as estratégias internacionais e locais da empresa; desenvolvimento, implementação e controlo das actividades de ponto de venda; controlo e supervisão da equipa de vendas e merchandising; planeamento e desenvolvimento da gama de produtos adequada a cada cliente (gestão de categorias); desenvolvimento, negociação e implementação dos planos promocionais taler made para cada cliente; controlo do budget de vendas; definição e controlo dos objectivos da equipa de vendas; responsável pela rentabilidade (EBIT) da carteira de clientes; formação das equipas de vendas dos principais clientes; participação em workshops internacionais; Reporting a nível nacional e internacional; Backup do Sales Manager nas restantes KA’s da distribuição moderna no que respeita a elaboração e apresentação de campanha promocionais; definição de estratégias concertadas para todos os KAM’s. Clientes apoiados: Sonae, Auchan, Max Mat, Mestre Maco/iZi, Makro, Uniarme, OfficePak;

SAP Business Warehouse key user (de Setembro de 2003 a Abril de 2008): Em paralelo com a função de Key Account Manager, responsável dentro da organização tesa Portugal pelo sistema de análise de vendas (módulo Business Warehouse da SAP), Sales and Financial reporting e gestão dos Annual Business Plans (grupos de marca, agrupados de clientes e clientes).

– De 12 de Fevereiro de 2001 a 31 de Dezembro de 2003: Beiersdorf Portuguesa

Key Account Manager Jr. no Departamento Comercial (de Janeiro de 2002 a Dezembro 2003): Responsável directo de diversas KAM’s da distribuição moderna (Carrefour, Aki, Mestre Maco, Leroy Merlin); análise SWOT das KA’s; desenvolvimento e aplicação da estratégia de cada key account; negociação do contrato geral de fornecimento de cada cliente; negociação centralizada das campanhas promocionais do ponto de venda; desenvolvimento, implementação e controlo das actividades de ponto de venda; planeamento e desenvolvimento da gama de produtos adequada a cada cliente (gestão de categorias); desenvolvimento e implementação de actividades promocionais taler made para cada cliente; controlo do budget de vendas;

Product Manager no Departamento de Marketing (de Fevereiro 2001 a Dezembro 2003): elaboração de estratégias e planos de marketing; política de preços; realização de campanhas promocionais e apresentação em PowerPoint em reuniões com clientes; estudo e previsão de vendas; controlo de stocks; elaboração de campanhas publicitárias (spots televisivos, folhetos, mailings, animação no local de venda); elaboração e análise de estudos de mercado; realização de relatórios; contactos com fornecedores para desenvolvimento de campanhas e acções promocionais; formação à equipa de vendas; desenvolvimento de novos produtos; implementação de campanhas de lançamentos e relançamentos de produtos;

– De 1 de Dezembro de 2000 a 11 de Fevereiro de 2001: Ministério das Finanças

Técnico de Administração Tributária na Direcção Geral dos Impostos (D.G.C.I.): contra-ordenações, certidões de dívida, processos de execução fiscal, impostos sobre o rendimento, despesa e património, tesouraria;

– De 1 de Julho a 30 de Novembro de 2000: Vodafone (Ex-Telecel – Comunicações Pessoais, S. A.)

Recrutamento e Selecção na Direcção de Recursos Humanos (de Outubro de 2000 a Novembro de 2000): gestão informática da área de recrutamento, colocação e publicação de anúncios, recepção de candidaturas, triagem curricular, registo informático dos candidatos, marcação de entrevistas, preparação de documentação, arquivo, marcação de exames médicos;

Gestão Administrativa na Direcção de Recursos Humanos (de Julho 2000 a Setembro de 2000): introdução e registo de dados informáticos, arquivo, apoio ao processamento salarial, realização de consultas informáticas, preparação de documentação;

– De 1 de Novembro a 31 de Dezembro de 1999: Banco Espírito Santo

Operador de Telemarketing no Departamento Comercial: suporte a vendas, preparação e realização de contactos telefónicos com clientes, divulgação e venda de produtos e serviços financeiros (contas poupança, PPR’s, seguros automóvel, cartões de crédito, telebanking, netbanking).

PRINCIPAIS COMPETÊNCIAS

Ao longo do seu percurso profissional e académico, adquiriu e melhorou as seguintes competências:
– Capacidade de liderança: experiência em supervisão, coordenação e gestão de equipas de vendas;
– Orientação para a resolução de problemas: identificação de problemas específicos e procura de soluções viáveis para a sua resolução;
– Gestão de projectos e definição de objectivos: planeamento estratégico da abordagem comercial e de marketing;
– Orientação para trabalhar por objectivos e em equipa;
– Capacidade oratória e vasta experiência em apresentações e formações para audiências numerosas (em língua portuguesa e inglesa);
– Grande facilidade na utilização de todas as ferramentas informáticas e de novas tecnologias ao dispor de uma organização;
– Polivalência, flexibilidade e adaptabilidade: facilidade de adaptação à mudança;
– Facilidade de comunicação com clientes, colaboradores e administração da empresa;
– Capacidade criativa e de inovação;
– Energético, autónomo e com iniciativa própria, considerando sempre os valores e a estratégia da empresa;
– Grande capacidade de motivação da sua equipa, dos seus colegas e de auto motivação;
– Grande sentido de responsabilidade, rigor profissional e capacidade de organização.

FORMAÇÃO COMPLEMENTAR

– Seminário “Novas tendências de Consumo e Retalho do Futuro” pela INV e SalesUp (Abril 2008)
– Formação “A importância da prospecção” pelo Grupo Beiersdorf (Março 2008);
– Workshop “Product Launch and Implementation” pela tesa SWEU (Outubro 2006);
– Curso “EDI – Electronic Data Interchange” pela GS1 Portugal-Codipor (Abril 2006);
– Formação em “In-store merchandising” pelo Grupo Beiersdorf (Janeiro 2006);
– Workshop “Permanent Shelf and Second Placement” pela tesa SWEU (Março 2005);
– Formação em “Access 2003 utilização avançada” pela CapGemini (Outubro 2004);
– Formação em “Negociação e Técnicas de Vendas” pelo Grupo Beiersdorf (Abril 2004);
– Formação em “Excel 2003 utilização avançada e Excel 2003 Visual Basic” pela Galileu (Março 2004);
– Formação em “Ética Empresarial” pela SDO Consultores (Junho 2002);
– Formação em “Key Account Management” pelo Grupo Beiersdorf (Setembro a Dezembro 2001);
– Curso de “Codificação Comercial” (Formação Código de Barras) pela Codipor (Abril 2001);
– Formação em “Product Management” pelo Grupo Beiersdorf (Fevereiro a Abril 2001);
– Curso de “Ciência e Técnica Fiscal” pela DGCI – Ministério das Finanças (Dezembro 2000);
– Curso de “Telemarketing” pelo Banco Espírito Santo (Novembro 1999);
– Conferência “IV Jornadas Fiscais”, promovidas pela Universidade Lusíada (Maio 1998);
– Conferência “O humanismo como meio envolvente do sistema empresarial”, na Universidade Lusíada (Dezembro 1997);
– Conferência “Marketing e Publicidade”, na Universidade Lusíada (Dezembro 1997);
– Conferência “O papel da mulher no meio empresarial”, na Universidade Lusíada (Dezembro 1997).

INFORMÁTICA

– Bons conhecimentos de informática na óptica do utilizador e sistemas de informação;
– Microsoft Windows; Internet
– Microsoft Office (Word, Excel, Access, PowerPoint, Outlook, FrontPage);
– Microsoft Project;
– SAP R/3 (inclui Business Warehouse);
– Marketing Manager (CAS);
– Crystal Report;
– Turbo Pascal / Basic / Visual Basic.

IDIOMAS

– Português: Língua materna;
– Inglês: Bom (Conversação, escrita e leitura);
– Francês: Razoável (Conversação, escrita e leitura);
– Espanhol: Bom (Conversação, escrita e leitura).

OUTRAS INFORMAÇÕES

– Membro das seguintes entidades: Associação Nacional de Jovens Empresários;
– Networking: membro do LinkedIn, Ecademy, Euromarketers.net, TEN-Top Executives Net, Viadeo, Plaxo, Xing, Hi5, Facebook, MySpace;
– Fundador e autor do site New@This, um blog que aborda diversas temáticas ligadas com a Economia, Marketing e Gestão, com cerca de 1.000 visitantes, em média, por mês;
– Prática desportiva frequente: Atletismo e Cardio Fitness;
– Viatura própria;
– Passatempos e interesses: Leitura, Escrita, Música, Cinema, Desporto, Viagens, Telecomunicações, Informática, Multimédia, Novas Tecnologias e Networking.

RECOMENDAÇÕES

Recomendações feitas a Nuno Batista por diversos colegas, publicadas no site LinkedIn:

– “Nuno is highly professional in his work, very well organized, proactive, brings important added value in a team and is always ready to help his colleagues.” October 19, 2007
Inês Cardoso, Trade Marketing Manager, tesa Portugal, worked directly with Nuno at tesa Portugal

– “In my 8 years marketing experience, I consider Nuno as “the reference” in the KAMs market. His professionalism, his experience and his efficient way of working makes all the difference. Nuno is the real meaning of the word KAM!” April 18, 2007
Miguel Saraiva, Marketing Manager, tesa Portugal, worked directly with Nuno at tesa Portugal

– “Nuno Batista is an excellent employee. Highly creative, IT oriented and with a clear view on the sales targets that allow business to growth. He looks quite promising in a sales carrier.” April 10, 2007
Ricardo Coelho, Sales Channel Manager, tesa Portugal, managed Nuno at tesa Portugal

– “Nuno is an excellent worker. He is very organized and customer oriented. Good team work. The perfect colleague to work with” April 9, 2007
Carla Gonçalves, Product Manager, tesa Portugal managed, Nuno indirectly at tesa Portugal

– “O Nuno foi um dos meus primeiros alunos e já na altura revelou excelentes qualidades técnicas e uma atitude extraordinária para ultrapassar os obstáculos.” December 20, 2007
Bruno Valverde Cota, Scientific Director and Marketing Professor, Universidade Lusíada de Lisboa

As recomendações podem ser consultadas em: http://www.linkedin.com/in/nunobatista

RESUMO

Nuno Batista possui uma pós-graduação em Marketing e licenciatura em Economia.
Tem experiência profissional nas áreas de Chefia de Vendas, Marketing, Gestão de Clientes, Gestão de Vendas, Recursos Humanos e Finanças Públicas.


Portugal importa 70% do que consome

November 17, 2008
Portugal importa 70% dos alimentos que consome, o que traduz uma inversão completa do cenário anterior, em que esses 70% correspondiam à auto-suficiência alimentar do País. É a principal conclusão do 3º Colóquio Nacional de Horticultura Protegida, que decorreu nos dias 7 e 8 de Novembro no Auditório Municipal da Póvoa do Varzim, escreve o Jornal de Notícias.
Os 200 produtores, empresários e investigadores reunidos na Póvoa do Varzim concluíram pelo “falhanço da economia de mercado”, nas palavras do presidente da Associação Portuguesa de Horticultores (APH), Manuel Soares, e reclamaram regulação do mercado interno e concessão de incentivos para a competição no mercado internacional.
O funcionamento dos circuitos comerciais do sector hortícola não escapou às críticas dos oradores. O presidente da Associação de Horticultores da Póvoa do Varzim (HORPOZIM), Carlos Alberto Lino, denunciou que “quem produz é mal remunerado” e que “quem compra, compra caro”, graças a “uma cadeia que só transporta e leva as mais-valias”, acusou o responsável, citado pelo JN.
Carlos Alberto Lino defende que a concertação de todos os actores envolvidos no processo é o único caminho viável para a sobrevivência do sector.
O debate sobre as culturas de viveiro e em estufa, e visitas a explorações agrícolas e a um campo masseira, tiveram igualmente o seu lugar na ordem de trabalhos.
O 3º Colóquio Nacional de Horticultura Protegida foi organizado pela APH em colaboração com a HORPOZIM, e contou com o apoio da autarquia poveira.
Publicado em New@This por Nuno Batista.